Viver ou juntar dinheiro? Por quê não fazer as duas coisas?

Publicado em: 13/05/2019

Viver ou juntar dinheiro? Esse é o dilema que muita gente vive, já que por um lado há quem queira aproveitar confortos e luxos da vida moderna, enquanto outros querem poupar para o futuro (curto ou longo prazo).

A questão é que existe muito mais coisa envolvida nesta equação, sendo necessário ir além para entender o que influencia e como encontrar o equilíbrio.

O padrão de vida conta

Um dos fatores de grande influência em toda a questão de viver ou juntar dinheiro é o padrão de vida, que diz respeito a como uma pessoa vive e usa seus recursos para conseguir mais satisfação e atendimento às suas necessidades.

Normalmente, quanto maior o padrão de vida, mais recursos são necessários. Mas por que o padrão de vida é tão importante? Simples: muitas pessoas simplesmente não estão dispostas a abrir mão do padrão de vida, ainda que temporariamente, para poder juntar dinheiro.

Com isso, o dilema entre viver/aproveitar o padrão de vida e juntar dinheiro fica ainda mais complicado.

Investir melhor ajuda a equilibrar essa equação

Essa disputa entre o que fazer com o dinheiro, por sua vez, é parcialmente resolvida quando investimentos corretos são feitos. Os investimentos certos são aqueles que garantem boa rentabilidade, com risco adequado ao perfil do investidor e, claro, aceleram a construção de patrimônio.

A lógica é simples: o dinheiro passa a “trabalhar” para o investidor, que pode manter seu padrão de vida e ainda assim juntar uma determinada quantidade de dinheiro para objetivos futuros.

Essa, entretanto, é uma prática ainda pouco comum especialmente devido à falta de educação financeira das pessoas em geral. Ainda é muito comum encontrar poupadores compulsivos (com padrão de vida muito abaixo do ideal) e quem gasta em excesso (com padrão de vida muito acima do sustentável).

Em vez de criarem um modelo altamente rentável e escalável, as pessoas continuam sendo reféns do dinheiro e do status. A provocação de hoje tem como objetivo mostrar que é possível viver um bom padrão de vida, mas não de forma irresponsável.

Pensar no futuro é importante

Uma variável dessa equação que não pode ser deixada de fora, entretanto, é o futuro. Muita gente pensa que juntar dinheiro consiste apenas em economizar por um período, mas a verdade é que pensar no futuro e considerar suas incertezas é indispensável principalmente para a segurança da família.

Um exemplo típico é o da aposentadoria: um dia ela vai chegar e, se você não estiver preparado, vai sofrer com um patrimônio incompatível com as demandas da época, uma situação que pode prejudicar a sua qualidade de vida.

Pensar no futuro em termos de emergências e imprevistos também é necessário. Como nunca se sabe o que pode acontecer, é importante levar em consideração o risco de ser pego de surpresa por algum problema. Você já fez a sua reserva de emergências?

Resumindo: planejamento é indispensável

Cortar todos os gastos supérfluos e viver com um padrão de vida sem o mínimo de conforto pode até ser a solução encontrada por muita gente, mas certamente não é a melhor e nem a única opção. Isso também não faz sentido e não é o que acredito ser a verdadeira educação financeira.

A verdade é que extremos só são necessários quando você não se planeja e não se educa, pois com uma boa organização financeira é possível viver, aproveitar o que seu dinheiro traz e ainda prepara o futuro, garantindo resultados ainda melhores.

Viver ou juntar dinheiro não precisam ser escolhas excludentes. É possível fazer os dois e conseguir mais satisfação e mais rendimentos! Para isso, planejamento, educação e inteligência financeira são regras para se conseguir o equilíbrio. A equação é complexa, mas tem solução – e você está no lugar certo para isso!

 

Fonte Blog Rico

 

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